“Você diz que ama a chuva, mas você abre seu guarda-chuva quando chove. Você diz que ama o sol, mas você procura um ponto de sombra quando o sol brilha. Você diz que ama o vento, mas você fecha as janelas quando o vento sopra. É por isso que eu tenho medo. Você também diz que me ama.”
— Shakespeare
“Foi há muito tempo, mas descobri que não é verdade o que dizem a respeito do passado, essa história de que podemos enterrá-lo.
Porque, de um jeito ou de outro, ele sempre consegue escapar”
(O Caçador de Pipas)
“Não é estranho como um livro fica mais grosso depois de ser lido várias vezes? Como se a cada vez, ficasse algo grudado nas páginas. Sensações, ruídos, cheiros… E então, quando folheia novamente o livro, depois de muitos anos, você encontra a si mesmo ali, um pouco mais novo, um pouco diferente, como se o livro tivesse guardado você, como uma flor prensada. Estranha e familiar ao mesmo tempo.”
(Cornélia Funke)
“Quando abro a cada manhã a janela do meu quarto é como se abrisse o mesmo livro numa página nova…” (Mario Quintana)
”O que as pessoas mais desejam é alguém que as escute de maneira calma e tranquila. Em silêncio. Sem dar conselhos. Sem que digam: “Se eu fosse você”. A gente ama não é a pessoa que fala bonito. É a pessoa que escuta bonito.
A fala só é bonita quando ela nasce de uma longa e silenciosa escuta. É na escuta que o amor começa”
[Rubem Alves]
“Gastei anos da minha vida pensando em como agradar, como ser alguém interessante, mas qual a diferença? Qual o sentido de mudar para os outros e não para si mesmo? Nenhum. Então vivo, sem se preocupar com o que estão pensando ou no que pensarão, não se compare as pessoas, elas são podres, seja você, viva o seu momento, se não agradar? Problema. A vida não foi feita para desfrutar de ingratidão humana.”
Acordei e percebi que você não estava mais comigo. Foi terrível, eu confesso, quis sumir, chorar, me trancar no meu quarto e nunca mais sair. Mas sabia que, nada disso te traria de volta. Então tive que aprender a ser forte, a ponto de conseguir viver sem você, logo você, que já fazia parte da minha vida, de um jeito tão arrebatador. Eu nunca me imaginei sem você, e eis que esse dia chegou. Veio como um terremoto, que, quase me destruiu. Fiquei firme, de pé. Por fora, um poço de sorrisos, por dentro, todo machucado. Mas é assim que eu levei minha vida, até que um dia cheguei a conclusão que não precisava de você parar viver. E olha só, estava certo, estou vivo até hoje. Não morri por você, e não vou morrer por ninguém. Todo sofrimento passa, mas depois vale a pena.
Nada de se culpar agora. Não te culpa. Não me culpa. A gente não tem culpa. Eu e você fizemos o certo. Ou o que parecia ser o certo naquela hora. Depois, bem depois, vem o tempo e nos mostra a verdade como se fosse um passo de dança. Suave, intenso, inteiro. Ele vem e mostra. E aí a gente olha para trás e pergunta: por que não agi diferente? Porque você não tinha o conhecimento que tem hoje. Não tinha a maturidade deste momento. Não te culpa. Não me culpa. A gente não tem culpa.”
Sempre me senti diferente dos outros. Não mais bonita, não mais inteligente, não mais especial, não mais esperta, não mais maluca, não mais legal, apenas diferente. Sou diferente na forma de sentir, tudo que me toca, me toca fundo. Tudo que me alegra, me alegra muito. Tudo que me dói, dói forte, corta. Nunca tive muitos freios em matéria de sentimento. Sempre que eu quis ir, fui. Muito me estrepei. Sempre que quis falar, falei. Muito me ralei. Aprendi um pouco a calar, a tentar respirar fundo e pensar.”
Chega uma hora em que você cansa. Cansa de se preocupar, cansa de tentar agradar, cansa de fazer tudo em vão. Cansa de tudo.
Meu tipo preferido de gente é aquela que espirra engraçado, que ri com a mão na barriga, que canta e dança qualquer música. Aquele tipo de gente que tropeça e finge que tá correndo, que sai de pijama na rua, que acorda rindo. Gente que não planeja tudo. Gente que pede licença, que diz “obrigado”, que pede desculpas, que chora assistindo filme. Aquele tipo de gente que é muito sincera, mas sabe quando e como falar, aquele que conversa olhando nos olhos. Aquela gente que diz que te ama, que mexe no cabelo dos outros, que lê as coisas no elevador, que conta piada, que joga conversa fora, que te organiza uma festa surpresa, um almoço ou um jantar surpresa… Aquele tipo de gente que te faz sorrir, que te faz sentir importante, que se importa. Aquele tipo de gente que não tem vergonha de ser feliz. Gente que gosta de gente!”
- Autor Desconhecido.
Milhares de pessoas nascem e morrem, milhares de relacionamentos começam e terminam, um objeto que quebra, a garrafa de café quase vazia, uma amizade de anos que já nao era a mesma… Tudo, do simples ao inabalável, tudo chega ao fim. E há milhares de finais acontecendo todo dia.
As lágrimas cegavam-na, e a dor que sentia no coração era nova, pois nunca possuíra até então coisa alguma por que valesse a pena chorar.
Trago lágrimas, sorrisos, histórias, abraços. Trago momentos felizes, momentos de decepção. Carrego pessoas, amores e desamores, amigos e inimigos, desafetos, paixões.
